Publicação de artigo na Revista Saúde - Situações Traumatizantes

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Artigo Publicado na Revista Saúde

Acesse na íntegra o artigo: Artigo de Psicologia Publicado na Revista Saúde

Do ponto de vista da saúde psicológica, as crianças necessitam de uma interação e vínculo saudável visando um desenvolvimento satisfatório. Quando os traumas surgem, na sua grande maioria, se não elaborados, prejudicam o desempenho na vida adulta.

Imagine aquela sensação que impede, muitas vezes, uma pessoa de fazer o que ela tem vontade na vida — aquilo que restringe sua ação e inibe a energia de viver plenamente. Na visão da psicologia, essa restrição pode ser determinada por um trauma psicológico, que marca de diferentes formas e intensidades o bloqueio no crescimento do indivíduo, na sua maturidade e no fluxo saudável de satisfação de necessidades e autorrealização.

Dependendo da fase do desenvolvimento e da quantidade de tempo em que o indivíduo passou vivendo em um ambiente traumático, ele poderá desenvolver Transtornos de Ansiedade, Transtornos Depressivos, Transtornos Comportamentais e Emocionais diversos. Muitas vezes, o comportamento adotado na vida adulta é, em grande parte, decorrente dessas experiências estressantes ou traumáticas e dos possíveis transtornos desenvolvidos na infância.

Estudos revelam que crianças e adolescentes têm alto risco de desenvolver diferentes problemas comportamentais, psicológicos e neurobiológicos como consequência das vivências traumáticas ou experiências de vida estressantes. Além disso, algumas experiências traumáticas podem não produzir efeitos psiquiátricos desastrosos e podem até interagir de forma positiva na vida da pessoa.

Pesquisas também observam a força das características constitucionais de cada indivíduo em relação à qualidade e quantidade de sua resposta emocional. As experiências traumáticas precoces fazem parte integrante da personalidade em desenvolvimento e irão contribuir para a constituição da pessoa, considerando a interação entre o potencial genético e a influência ambiental.

O termo “resiliência” — expressão da física que significa “voltar ao normal” — é descrito pela psicologia como a capacidade do indivíduo de superar obstáculos, se recuperar de adversidades, lidar com seus próprios problemas e encontrar soluções saudáveis diante da vida. A resiliência enfatiza que as forças constitucionais de cada indivíduo determinam sua capacidade de dar respostas positivas diante de estímulos estressantes, traumas psicológicos, crises existenciais, estados de sofrimento e conflitos interpessoais.

O que se destaca como relevante no processo de elaboração do trauma psicológico e outras formas de sofrimento humano é a busca pela coerência interna, pela capacidade de pensar, sentir e agir diante do impacto que o trauma causa na vida de cada pessoa. Nesse sentido, a psicologia clínica ocupa um lugar fundamental na área da saúde, oferecendo uma visão integrada do ser humano, incluindo as dimensões psíquica, orgânica, social e espiritual na produção da existência humana.

A psicoterapia, por meio de teorias psicológicas, auxilia no diagnóstico e tratamento de várias faces do trauma psicológico, promovendo o auto-suporte e impulsionando a pessoa a descobrir uma melhor qualidade de vida, o resgate de seus próprios recursos, e a busca da autorrealização e compreensão de si mesma e do mundo ao seu redor.

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